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  • Maurilio Lucas

COVID 19

Em 2009, 60 milhões de americanos foram contaminados com o H1N1. No mundo, as mortes superaram as 150.000 (alguns estudos falam em meio milhão de vítimas fatais). Em 2003, tivemos a SARS, com uma letalidade estimada em 15%. Todos os anos, no mundo inteiro, morrem mais de 375.000 pessoas em decorrência da gripe comum (em uma conta de botequim, média de 1027 por dia). Só no Brasil, em 2019, foram 1109 óbitos. O tão alardeado Corona Vírus, até agora, mostrou uma letalidade inferior a 2%. Matou pouco mais de 4.000 pessoas. Mais de 3.000 durante o inverno da China, com seus 2 BILHÕES de habitantes. Essa “epidemia” é um dos maiores experimentos sociais dos últimos tempos. Chega a ser impressionante (e interessante, não nego) a capacidade da mídia em criar pânico. Com a economia já fragilizada, países parados (como o caso da Itália) criarão uma recessão econômica gigantesca. “Coincidentemente“, justamente agora, a Arábia Saudita resolveu fazer despencar o valor do petróleo. Em uma situação “normal”, essa queda fomentaria outros setores, como as companhias aéreas, que têm seu custo fixo reduzido com a baixa dos combustíveis. Hoje, porém, isso não vai acontecer, porque existe uma gripe apavorando o planeta. Lógico que, por trás disso, tem gente ganhando MUITO dinheiro. O caos é extremamente benéfico para alguns. Vale lembrar de George Soros, em 1992, quando apostou contra o Banco da Inglaterra e provocou a quebra da Libra. Faturou bilhões. O Coronavírus, por si só, é muito menos perigoso do que as doenças tropicais que lidamos no nosso dia a dia. A consequências dos atos políticos que o envolvem, porém, tendem a ser desastrosas. Gostaria, imensamente, que isso servisse ao menos para que o povo se conscientizasse da fragilidade do sistema; que entendesse o quão sensível é este “conforto cenográfico”, no qual nos apoiamos. Ao pagar 300 libras em um álcool em gel (sério, uma bisnaguinha no Reino Unido já está nesse preço), no mínimo, o cidadão deveria despertar a consciência da necessidade de estar preparado com um estoque básico. Infelizmente, não será dessa vez que aprenderemos que LIBERDADE é algo intimamente ligado à INDEPENDÊNCIA. Continuaremos, como sempre, extremamente dependentes do governo e suscetíveis às intempéries da política global. Os “donos do mundo” agradecem. Enquanto uns choram, outros vendem lenço. Quanto mais gente chorando, então, melhor! Felipe Fiamenghi Jornalista @felipefiamenghi

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